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Os trabalhos e os processos apresentados nesta exposição propõem reflexões acerca da cidade como lugar que transgride, conforma, destrói, transforma e ressignifica nossas visões de mundo. Compreendemos que os sujeitos e a cidade são artífices lidando com o vir-a-ser, vagueando na cotidianidade, na qual a prática espacial é também uma prática poética.
